O almoço da família está com um número reduzido de participantes, que nem parece ser hoje sábado.
Para não dizer que não veio ninguém da família, vou almoçar com dois netos e um quase, que se tornará neto em outubro, quando se casará com a minha última neta, médica.
Os outros familiares justificaram suas ausências, abonadas por mim.
Nesses encontros aprendo muito de tecnologia, em particular dos ‘aplicativos’ do meu celular.
Meus netos pertencem à geração que tudo conhece dessas modernas tecnologias e internet.
Estou em ‘lua de mel’ com o TikTok, Facebook, Instagram e Messenger.
O TikTok é fácil de manipular. Faço ‘o arroz com feijão’. Paro por aí.
No Facebook só sei postar as minhas crônicas, incapaz de um bate-papo com um amigo.
O Instagram só aprendi a teclar em cima do aplicativo, o mesmo acontecendo com o Messenger.
Vou precisar de muitos almoços para aprender a trabalhar com esses aplicativos, que todo mundo tem e trabalha sem mistério.
Acho até que faço muito com a internet e celular, bem acima das pessoas da minha geração.
Como a vida é cheia de curiosidades, vou contar que quem trouxe o primeiro computador profissional para Cuiabá fui eu.
Era um enorme IMB 1130 que veio da PUC-Rio de Janeiro para o Centro de Tecnologia da UFMT.
Houve necessidade de se construir um laboratório de pé direito alto com super-refrigeração, para alojar a máquina.
Todo mundo aprendeu computação, menos eu, reitor naquela época.
Graças a insistência da minha mulher, aprendi a ‘acender’ e a ‘apagar’ o notebook que ela comprou para seu uso.
Vizinhos, comensais dos sábados, e quem aparecia para me visitar, completaram a ‘minha formação’.
Vou encerrar este texto, pois a mesa está posta, avisa a funcionária.
Gabriel Novis Neves
18-07-2024
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