Nem uma semana se passou da promessa que fiz de descansar os teclados, e esta é a segunda ‘furada’ na promessa que fiz.
Durmo e acordo bem, após onze ou doze horas de sono tranquilo.
Tomo o meu café e um ‘incrível sono’ continua a me perseguir.
Inicia-se o dia, e uma luta entre o corpo e a mente.
O corpo manda eu deitar e aproveitar o sono que me é oferecido e dormir sem remorso.
Já venci com galhardia o tempo de trabalhar e praticar outras ações.
A mente insiste em me incentivar a escrever.
Deve existir uma ‘guerra de neurônios’ em minhas sinapses cerebrais, transformando aquilo lá em um verdadeiro pandemônio.
Enquanto isso, conscientemente luto para ficar de bem comigo.
Está difícil o embate, e não sei explicar como estou escrevendo.
Com a ausência da publicação diária dos meus textos, tenho agora certeza que sou lido.
Muitos desses leitores estão sentindo falta de mim no ‘pasquim’, e me perguntam, quando voltarei.
Eu não sei, mas não será por muito tempo.
O tempo é o melhor avaliador das nossas necessidades intelectuais e emocionais, e me dirá o momento certo para retornar a escrever disciplinadamente.
Por enquanto, cometerei alguns pecados veniais, aqui e ali, escrevendo textos sem compromissos de publicá-los.
O médico hoje mexeu na minha medicação com o intuito de tirar o meu sono durante o dia.
Vou fazer o célebre ‘desmame’ do suspeito de me fazer dormir durante o dia, impedindo-me de trabalhar.
O pior que enfrento é o forte calorão, que me faz passar mal.
Mesmo com o ar-refrigerado ligado, não encontro lugar onde me sentir bem.
O frio do aparelho, desencadeia contraturas dolorosas nos meus pés exigindo até o uso de anti-inflamatórios.
O certo é que recebi visitas no escritório e consegui elaborar este texto enquanto conversava, o que é um bom sinal.
O hábito de escrever continua intacto, mesmo nesse ‘monte de sono’, o que é uma ‘Graça recebida’.
Gabriel Novis Neves
17-03-2023
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