terça-feira, 7 de maio de 2013

Campeão!


Estamos no início do quinto mês do ano e o meu Botafogo já ganhou três campeonatos.
O primeiro foi a Taça Guanabara, o segundo a Taça Rio - invicto - e o terceiro o cobiçado Campeonato Carioca de Futebol 2013.
Tudo para o Glorioso é muito difícil. No jogo decisivo contra o Fluminense, teve quatro “gois” anulados e um penalty chutado no travessão pelo seu melhor jogador, o Sidão.
Finalmente, o jogador que nunca marcava gol, o Rafael Marques, foi o autor daquele que valeu. O empate bastava, mas queríamos a vitória marcante.
O Brasil está vibrando com mais esta conquista do Fogão, tão habituado aos títulos.
Os asilos de velhos estão em polvorosa, exigindo dos médicos cuidados especiais. Aqui em nossa cidade, onde se concentra o maior número de torcedores do time da Estrela Solitária, foram alugadas duas supercharretes para o desfile dos seus fanáticos torcedores pelas ruas ainda transitáveis da velha cidade, próxima de completar os seus trezentos anos.
Visitando um antigo torcedor na UTI de um dos nossos hospitais, ele me disse que acompanhou pelo radinho de pilha o jogo, e pediria alta para comemorar com o povão mais essa inesquecível façanha.
Perguntei-lhe se ficou emocionado com o jogo. Ele disse-me que o aparelhinho que monitora o seu ritmo cardíaco disparou tanto que ele, por conta própria, resolveu desligá-lo para não ficar nervoso.
É bom lembrar aos jovens que o Botafogo vem acumulando títulos e gênios desde 1910. Possui títulos que nenhum outro time brasileiro conquistou, como as Copas do Mundo de 1958, 1962 e 1970.
Na Suécia, a seleção brasileira tinha Garrincha, Nilton Santos, Didi e Zagalo, todos do Botafogo - e alguns outros atletas. Em 1962, no Chile, apenas o Garrincha jogou, auxiliado pelos botafoguenses, Nilton Santos, Didi, Amarildo e Zagalo. Pelé? Fez apenas o primeiro jogo e foi para a enfermaria.
O tricampeonato do México em 1970, mais uma vez foi conquistado pelo artilheiro da Copa – o Jairzinho, com o apoio do Gerson, Paulo César Caju e Zagalo como treinador.
Por coincidência, todos eram atletas do Botafogo. Existiam também  jogadores de outros times. Estou citando apenas os gênios da bola. O Botafogo deixou de ceder jogadores para a nossa seleção, e o resultado é o que vemos hoje nos jogos dos ex-canarinhos.
Foi-se o tempo em que exportávamos jogadores para a Europa. Agora eles descobriram o Botafogo, e o grande exemplo é a presença do holandês.
Aconteceu no domingo de Rondon um fato comum, que foi mais esta série de títulos. Parabéns à imensa e persistente torcida do Fogão em todo o Brasil!
Ainda ganharemos, até dezembro, a Copa Brasil e, mais uma vez, o Campeonato Brasileiro de Futebol.
Até lá!

Gabriel Novis Neves
06-05-2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013

IDEOLOGIA


Difícil compreender a ideologia da Presidente da República. Segundo o professor e historiador Alfredo Menezes da nossa UFMT, ela pertence ao grupo político da esquerda, aquele que nunca erra.
A faxineira dos idos primeiros meses de mandato, quando promoveu a tal chamada limpeza dos corruptos que herdou, e que ocupavam cargos do primeiro escalão do seu iniciante governo, mudou de concepção e alterou valores.
Foi um verdadeiro “Deus me acuda” há dois anos a cada ministro que era defenestrado do poder por motivos não republicanos.
O mais escandaloso episódio desses tempos históricos foi o desmonte total do cobiçadíssimo Ministério dos Transportes.
Ali a limpeza foi de cabo a rabo, e o Partido da República (PR) apenas fez beicinho ao ato não político da estreante no poder.
Ministros de outras siglas da enorme base de sustentação do governo caíram isoladamente pelos mesmos motivos: corrupção.
O tempo não passa. Ele voa. Estamos em plena campanha eleitoral e a faxineira é candidata à reeleição.
O que faz a ex-faxineira? Simplesmente está entregando aos partidos, que há pouco tempo não mereciam a sua confiança, os cargos retirados no início do seu governo.
Questionada sobre essa mudança de atitude e seu perdão a jato aos pecadores, diz que este é o preço da democracia, para o seu grupo que nunca erra.
Até o diabo entrou neste arco de incríveis alianças para reconduzi-la ao poder.
O PR voltou ao comando do Ministério dos Transportes, com um ex-aluno de ACM, e que nas eleições municipais não apoiou o candidato da presidente em Salvador.
Preferiu ganhar com o neto do seu professor, o ACM.
O PTB, expulso em condições humilhantes do governo, retornou com o teleguiado do ministro posto para fora do Planalto.
Na verdade quem manda nesse terreiro é o faxinado.
Mexeu na Agricultura e na Aviação, tendo como azimute o poderoso colégio eleitoral desses novos ministros.
A população atônita acompanha essas variações abruptas de conceitos, e tem que entender que tudo está sendo feito para o bem do Brasil.
“O poder é como o violino. Toma-se com a esquerda e toca-se com a direita.” Espiridião Amim.

Gabriel Novis Neves
03-04-2013

domingo, 5 de maio de 2013

Crenças


Sinto enorme dificuldade em abandonar as crenças que incorporei quando criança dos meus pais e professores, especialmente àquelas referentes a valores morais e éticos.
Aceito com facilidade as transformações com relação ao comportamento humano, ensino, ciência e tecnologia - de tal velocidade que os “distraídos” perdem o trem da sua existência.
Os valores que digo insubstituíveis são pequenos ensinamentos que, reunidos, moldam a personalidade das pessoas, já que ninguém nasce com ela.
Fui educado em uma família simples onde valores da vida, como solidariedade humana, compreensão para tratar divergências, a aceitação das nossas limitações, a luta pela justiça social, a abominação de privilégios, a não aceitação de qualquer tipo de preconceitos e ser um elemento de transformação social, compunham a base da pirâmide da conduta que iria nortear a minha vida.
O meio ambiente onde cresci foi também um fator não desprezível na minha formação.
Sei que o mundo de hoje não é o mundo onde aprendi esses valores. Acompanhei as transformações da vida e, naquilo que pude, trabalhei para que a vida fosse hoje melhor para a sociedade.
Vivemos tempos modernos onde os avanços do conhecimento se processam de maneira incontrolável, mexendo nas crenças e descrenças de muitos.
Saber muito de pouco é uma das leis dos tempos atuais. O saber ficou fragmentado e a verdade não tem mais dono.
Neste enredo traçado pela vida atual não consigo trocar as minhas crenças, que são aqueles valores do início da minha vida, pelos que me são hoje apresentados.
Jamais aceitarei - compreender sim - que o poder econômico e político possam transformar crenças em descrenças.
Não entendo que o merecimento possa ser negociado por fatores outros e aceito com naturalidade nos tempos atuais.
A minha descrença no futuro desta nação se acentua mais no período de colação de grau das universidades.
Equívocos são cometidos nessas ocasiões, muitas vezes aniquilando, no nascedouro, brilhantes carreiras.
Será a última vez que tratarei deste assunto em artigos, fator de tantas hipocrisias existentes, onde não deveria existir esse tipo de consumo.
O mundo mudou, mas crenças não podem mudar para descrenças.

Gabriel Novis Neves
 22-04-2013

sábado, 4 de maio de 2013

ESTRANHO


Soa como misterioso e excêntrico, no país do mensalão, o movimento que alguns grupos políticos realizam em nome da democracia para descartar o parlamentar escolhido livremente pelos seus pares para a presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Não comentarei sobre a escolha, pois o Congresso Nacional funciona como um balcão de negócios onde tudo é vendido e comprado.
O governo da presidente Dilma teve interesse nessa compra, e assim, fez o pastor de um micropartido religioso presidente da dita comissão visando, única e exclusivamente, votos dos seus crentes.
Negócio fechado. O pastor está na comissão não porque quis, e tampouco porque seja o único pecador do desgastado poder legislativo. Ele, inclusive é um deputado ficha limpa.
Na mesma casa existem parlamentares condenados por corrupção pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante de todas. Nunca houve uma manifestação contrária a essa escolha.
Todos respeitam a posição religiosa da Presidente da Republica, que não acredita em Deus.  Que foi ao Vaticano e não se comportou como católica.
Não foi “diplomata” na casa de Francisco, e deu um show de materialismo e poder econômico hospedando-se na suíte mais cara de um hotel cinco estrelas de Roma, acompanhada de uma comitiva de dar inveja aos norte- americanos, que ficaram hospedados na casa do seu Embaixador.
Respeitaram-se todas essas enxurradas de fatos de amplo conhecimento do público universal. É estranho, portanto, essa intolerância com o deputado pastor, mas que tem votos para ajudar a reeleger a presidente atual.
O próprio Presidente da Câmara dos Deputados não irá entrar nessa briga, porque sabe do perigo que corre se ele se expuser.
Temos que aprender a conviver com os desiguais, a começar pela Câmara dos Deputados.
Existe por lá muita gente condenada pela justiça escondida por aqueles corredores do Niemeyer.
O pastor já se explicou e pronto. Não comungo com as suas ideias e também não o defendo.  

Gostaria que outros movimentos surgissem para punir todos os pecadores escondidos e protegidos, às vezes, pelo manto dos interesses pessoais.

Uma Comissão de Direitos Humanos e Minorias nada pode fazer em benefício daqueles que sofrem discriminação e preconceito no país das desigualdades.

Pobre é tratado como um lixo, especialmente com relação à educação e à saúde.

A democracia pregada pelos homens do poder não funciona assim, com pacientes amontoados em macas de hospitais, quando a Constituição Brasileira diz que saúde é um direito do cidadão e dever do Estado?

Gabriel Novis Neves
27-04-2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Sucessor


Fico pensando como é difícil ser sucessor - seja na estrutura familiar, empresarial e, principalmente, no sistema público.
Um velho ditado popular diz que “aquele que vem na frente sofre com os desafios de todo desbravador, porém, bebe sempre água limpa”.
Analisando o momento político em nosso país percebo a dificuldade de nossos governantes em assumirem que são sucessores.
Como diz a palavra, sucessor é aquele que sucede. É o herdeiro tanto de coisas boas quanto de coisas não tão boas assim.
O que não vale é o sucessor político passar o tempo todo de seu mandato tentando justificar suas dificuldades jogando a culpa no seu antecessor.
Diferente do pioneiro, que não tem a quem criticar ou jogar a sua incompetência pela não realização do prometido.
Pioneiro não tem antecessor e não há a quem criticar.
Já o sucessor sabe exatamente aquilo que vai encontrar.
Em uma empresa o novo gestor antes de assumir o cargo manda fazer uma auditoria. De posse desses dados aceita ou não a missão.
Na vida pública os problemas existentes são debatidos exaustivamente durante a campanha eleitoral.
Todo sucessor público, principalmente, apresenta soluções milagrosas em curto prazo. Empossados no cargo não fazem outra coisa a não ser lamentar o que herdou. Curioso é que as soluções apresentadas durante o período eleitoral são imediatamente esquecidas.
Desconfio que grande parte dos sucessores na carreira política sofre da doença do alemão (Alzeihmer). É chegado o momento de inovarmos esse tipo de conduta, com o sucessor assumindo sua função e partir logo para o enfrentamento dos problemas que nos levarão aos benefícios.
Enquanto isso, vendo o futuro incerto, o sucessor desanima a população denunciando seu antecessor que, perplexa, fica esperando por melhorias nas áreas da saúde, educação, segurança, emprego, transporte coletivo e etc. - fatos que não acontecem nunca.
Nas próximas eleições futuros sucessores, com toda a certeza, apresentarão soluções que um herdeiro esclarecido irá resolver.
“Se as coisas são inatingíveis, não é motivo para não querê-las. Que tristes os caminhos se não fossem a presença mágica das estrelas” - Mário Quintana.

Gabriel Novis Neves
14-04-2013

quinta-feira, 2 de maio de 2013

ESPERIDIÃO


Logo que retornei a Cuiabá para exercer a minha profissão fui premiado pelos colegas mais antigos para cuidar dos pacientes da Chácara dos Loucos do Coxipó da Ponte, apelido oficial do Hospital Colônia de Alienados do Estado de Mato Grosso.
Certa madrugada recebi um telefonema do Pároco da nossa Catedral Metropolitana solicitando com urgência a minha presença na velha Matriz.
Muito nervoso perguntei de que se tratava. Descontrolado, ele me disse que um interno da Chácara tinha fugido e que na hora da missa das cinco da manhã subiu ao altar e começou a sua pregação, para surpresa e espanto dos fiéis.
Dizia ser enviado de Deus e estava ali para pregar o bem. Entoou cantos religiosos e até batina conseguiu vestir.
Tentei acalmar o bom padre. Disse que conhecia o paciente, era meu amigo e jamais cometeria um ato de violência contra os paroquianos.
Falei que já estava me vestindo e que dentro cinco minutos estaria na igreja. Orientei ainda o padre que o ouvissem com toda a devida atenção e respeito.
Assim que me viu na igreja o Esperidião encerra o seu sermão de salvador de almas e disse aos católicos que eu havia chegado para solicitar a sua ajuda nas atividades diárias do hospital, que só funcionava porque ele fazia de tudo ali. Do café da manhã ao jantar. Ainda ajudava na aplicação dos eletrochoques, limpeza e disciplina do hospital.
Assim era o meu grande Esperidião, um delirante acometido de surtos de grandeza, e que tudo resolvia. Era o Deus da Chácara dos Loucos, hoje Hospital Adauto Botelho.
Sempre me lembro com carinho dessa figura humana extraordinária, crônico de um hospital psiquiátrico.
Assistindo ao programa Resumo do Dia, deparei-me com uma entrevista que me fez lembrar muito do Esperidião.
O entrevistado considerava-se um gerentão enviado por Deus, capaz de resolver todos os complexos problemas desta cidade e transformá-la em um verdadeiro paraíso até os jogos da Copa do Mundo.
Tinha experiência de desafios maiores em outros planetas e sempre se saiu bem. Nunca teve um fracasso em sua vida, chegando a tocar ao mesmo tempo com sucesso e eficiência mais de mil e duzentas obras.
Só ele consegue esse milagre para nós pecadores - ficar os três turnos de trabalho nas obras citadas em vários locais deste país.
Confirmou que foi procurado pelo seu grande líder para salvar Mato Grosso. Não teve a curiosidade de saber em que setor. Esperou que o intermediário falasse com o governador sobre essa solução, que tanto poderia ser o seu aproveitamento imediato no comando das obras da Copa, ou em outras missões, nunca impossíveis para ele.
Acredita que o chefe do executivo estadual não se interessou pelos seus trabalhos milagrosos?
Indagado mais uma vez pelo repórter sobre o motivo do desinteresse do governador, respondeu no melhor estilo Esperidião: “ciúmes de homem”.
Ah! Desliguei a televisão. Não suportei as saudades do Esperidião.

Agora soube, que ele comprou um pequeno partido para transformar Mato Grosso!

Que situação!


Gabriel Novis Neves
28-04-2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Intolerância


A intolerância muitas vezes é gerada pelo preconceito. E o preconceito leva as pessoas a discriminarem tudo aquilo que não está em sintonia com seus valores, conceitos, crenças e hábitos. Quando a intolerância é extrema, pode desencadear atitudes e ações de desrespeito e violência – em alguns casos, culmina na morte do discriminado.
Os jornais ultimamente têm dado destaque à intolerância contra os homossexuais. Segundo uma pesquisa, 99% dos brasileiros têm preconceito contra os homossexuais. Mas são poucos os que assumem esta postura publicamente. A maioria possui uma intolerância velada contra os gays, lésbicas, transexuais ou travestis – talvez fruto das leis severas contra qualquer tipo de discriminação.
São tantos casos de intolerância e preconceito que já presenciamos na nossa civilização! O Holocausto foi o mais marcante de todos. Hoje claramente percebemos as intolerâncias que estão mais em moda: religiosa, racial, regional, ideológica, econômica e sexual.
Durante o período eleitoral elas ficaram bastante expostas. Rita Lee, por exemplo, declarou que não votava em Marina porque ela tinha cara de quem estava sempre com fome. Ficou claro nesta declaração a intolerância regional, racial, econômica, ideológica e religiosa. Marina é evangélica.
Dilma foi considerada uma mulher sem fé religiosa - uma agnóstica. Foi flagrada pelos fotógrafos se atrapalhando ao fazer o sinal da cruz numa missa na Basílica de Nossa Senhora Aparecida – padroeira do Brasil. A manchete foi de intolerância religiosa: “Dilma não sabe fazer o sinal da cruz!” A sua presença na missa foi considerada um engodo.
Serra foi vitimizado no Nordeste pelo slogan: “Ele não gosta de pobre, vai cortar todas as bolsas e benefícios dos desempregados e dos mais carentes.” Intolerância regional, econômica e racial.
A discussão sobre o aborto em palanque eletrônico, com orientação dos marqueteiros, foi uma demonstração de intolerância generalizada. Ninguém se posicionou claramente sobre o assunto, com exceção da candidata evangélica - a única com posição bem definida.
A intolerância à ideologia é de uma mesquinhez maquiavélica! Os adeptos desse tipo de intolerância só admitem como certo as suas idéias, crenças ou doutrinas. Muitos deles pararam no tempo, esquecendo-se que aquelas são produtos de uma situação histórica. Podemos citar, por exemplo, a eleição indireta de Tancredo Neves à Presidência da República. O partido de oposição foi rigorosa e raivosamente contra, e não participou da eleição. Este mesmo partido, fechado em suas idéias, não aprovou a Constituição cidadã do doutor Ulysses. Mas, bastou ser governo para mudar sua ideologia. A intolerância ideológica continuou, apenas mudou de lado e de parceiros.
Apontar problemas sempre foi tarefa das mais fáceis. E a solução? Como sempre a educação, no meu entender, é a solução para a maioria dos nossos problemas. A começar pela recuperação e resgate das escolas públicas.
As gerações atuais perderam o seu grande laboratório de ética que sempre foi a sala de aula de uma escola pública. Era o local onde crianças de todos os níveis sócio-econômico-culturais mantinham uma convivência pacífica. Local onde a diversidade – própria da condição humana - era reconhecida e respeitada, base para a coexistência tolerante com as diferenças.
Acredito ser este um dos caminhos para que a tolerância se instale nas mentes das pessoas, e, dessa forma, se tente eliminar ou diminuir o sentimento de intolerância que domina o nosso dia-a-dia.

Gabriel Novis Neves
17-04-2013